Arquivos da categoria: Boas Práticas

Criada há nove anos, inicialmente com menos de dez pessoas, hoje participam 44 famílias, empreendimentos e coletivos parceiros Artesãos, artistas de diferentes setores, educadores, quilombolas, indígenas, caiçaras e agricultores familiares de Paraty (RJ) têm na Somar Associação de Economia Solidária uma entidade que une pessoas, cria oportunidades, trabalho, gera inclusão sociocultural, desenvolvimento sustentável e consciência ambiental. E também discute e pratica uma nova forma de organização de trabalho e renda – a economia solidária. O grupo organiza e participa de feiras, exposições e oficinas, promove o empoderamento de mulheres e o uso de materiais ecológicos, fortalecendo a economia solidária e gerando oportunidades de comércio justo para produtores que costumam ter menos espaço no mercado convencional. “É um coletivo de economia solidária. Fazemos feiras, que é nossa principal fonte de renda, damos oficinas gratuitas nos eventos que participamos, de ações sociais na comunidade e parcerias com movimentos de outras cidades”, explica…

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A entidade veio conhecer o bairro e analisar a possibilidade de financiar a instalação de uma miniusina de geração de energia solar solidária Caminhando por ruas e becos do Jardim Tonato, bairro na periferia do município de Carapicuíba, na Região Metropolitana de São Paulo, os integrantes da organização japonesa Living in Peace (LIP) reconhecem que essa é uma região que eles têm em mente quando se pensa em uma comunidade em situação de vulnerabilidade social que poderiam ajudar. “Hoje eu tive melhor possibilidade de imaginar de que forma poderíamos dar algum tipo de suporte para essa população”, afirmou Akiyo Umino, que participou da visita, no dia 03 de maio de 2026. Os parceiros japoneses também conheceram os estabelecimentos comerciais das mulheres envolvidas e que serão beneficiadas pelo projeto de energia solar solidária da Rede Paulista de Bancos Comunitários em parceria com o Instituto Federal/SP, DGRV (Confederação Alemã de Cooperativas) e…

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A visita ao território aconteceu dia 02 de maio de 2026 e foi organizado pela Rede Paulista de Bancos Comunitários e Sociedade Alternativa da Viela da Paz Uma antiga favela, construída sobre um poluído curso d’água que sempre alagava em dias de chuva, deu lugar a uma pequena rua urbanizada e, nos arredores, foram erguidos diversos conjuntos habitacionais para famílias que moravam pelo local. O córrego foi canalizado, mas continua com esgoto e sujeira. Apesar das melhorias, a Viela da Paz, no Butantã, zona Oeste de São Paulo, continua com problemas de habitação, crime e questões ambientais e sociais. Foi por essa região que representantes da organização japonesa Living in Peace (LIP) fizeram uma caminhada, conversaram com moradores e comerciantes, viram os problemas de perto e conheceram o projeto “Construindo a transição energética desde e para os povos e comunidades”, no Residencial Gramado. A Living in Peace está no Brasil…

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O encontro entre a DGRV (alemã) e a Living in Peace (japonesa) foi articulado pela Rede Paulista de Bancos Comunitários e aconteceu dia 30 de abril de 2026 A Rede Paulista BCDs organizou o encontro entre as entidades DGRV (Deutscher Genossenschafts- und Raiffeisenverband e.V. – Confederação Alemã de Cooperativas) e a Living in Peace para que se conheçam, se aproximem e somem seus esforços com a Rede Paulista de Bancos Comunitários para viabilizar o financiamento de projetos elaborados pela Rede. De acordo com Hamilton Rocha, coordenador-executivo da Rede de Bancos Comunitários, como a DGRV já faz parceira em projetos de geração de energia solar solidária, é importante que a Living In Peace conheça nossos parceiros, nossa capacidade de articulação e a credibilidade dos projetos da Rede elaborados junto com as comunidades. Pela primeira vez no Brasil, a Living in Peace (LIP) está prospectando projetos que possam receber financiamento com juros…

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A iniciativa é do Fórum Permanente de Economia Criativa do Município de Piracicaba, proposto pela vereadora Silvia Morales (PV), do mandato coletivo A Cidade é Sua A economia criativa é importante porque “sai do modelo tradicional e propicia maior inserção de produtores locais, produtores culturais, são temas ligados a desafios contemporâneos, traz visibilidade ao temas, startups e outros. Então, é bem importante que a gente esteja aqui dentro dessa casa de leis, fazendo esse debate”, disse a vereadora, na abertura dos trabalhos, realizado no dia 22 de abril de 2026, na Câmara Municipal de Piracicaba, interior de São Paulo. A economia criativa é dividida em três setores: Consumo, Cultura e Tecnologia. “A área de consumo foi definido como arquitetura, design a área editorial, moda e publicidade. A área da cultura contempla artes cênicas, artes visuais, atividades artesanais, cinema, rádio e TV, museus e patrimônio e música. E a tecnologia engloba…

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alunos já se mobilizam para criar uma associação ou cooperativa de energia solidária O campus Cotia do Instituto Federal ainda está em implantação, mas recebeu o curso de noções básicas de energia fotovoltaica. Os alunos puderam aprender, na prática, como é o esquema de montagem do sistema e ver uma pequena placa solar gerando energia elétrica. Esse foi o último dia do curso de extensão sobre energia solar solidária em Cotia, que teve aulas online e presenciais. Muitos dos alunos chegaram com a ideia de instalar um sistema individual, mas Walmeran Trindade Júnior, professor de engenharia elétrica do Instituto Federal da Paraíba, convenceu a maioria dos alunos que implantar um sistema coletivo de geração de eletricidade é mais viável, solidário e barateia o custo. A consultora de sistema Larissa Silva admite que chegou no curso “com uma visão pequena de suprir a própria necessidade de energia e no máximo expandir…

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As aulas aconteceram em salão da Paróquia Nossa Senhora da Esperança nos dias 27 e 29 de janeiro de 2026 Um painel solar do tamanho de uma porta é o modelo padrão que é instalado nos telhados das casas. Mas são necessárias diversas dessas placas para que haja uma substancial economia na conta de luz, que poderia chegar a até 95%. No curso, que contou com a presença de 20 pessoas, o professor Walmeran Trindade Júnior, professor de engenharia elétrica do Instituto Federal da Paraíba, mostrou na prática como elas funcionam, como conectar uma série desses painéis e a vantagem de um grupo de moradores se unir para montar uma pequena usina solar de eletricidade. Entre as vantagens está o barateamento da compra dos equipamentos e resolve o problema do espaço físico onde podem ser instalados os painéis, já que diversos telhados podem ser compartilhados. A assistente social Claudilene Rodrigues…

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Rede Paulista de Bancos Comunitários, DGRV e CERSA se reuniram para fundamentar as bases do projeto “Comunidades Urbanas Energéticas” O projeto “Comunidades Urbanas Energéticas” é uma ideia que pretende apoiar a implantação de usinas solares em comunidades urbanas em situação de vulnerabilidade social e econômica. Pelo plano, a DGRV (Confederação Alemã de Cooperativas) se compromete com o aporte de 50% do investimento e a outra metade fica a cargo do grupo comunitário interessado na instalação da usina solar. A condição desse empréstimo é que o valor seja devolvido a um Fundo Rotativo Solidário, que servirá para impulsionar novos projetos solares nas comunidades interessadas. Além da energia solar, o fundo pode ajudar a financiar projetos cooperativos ou associativos de empreendimentos que visem melhorar a renda das famílias nas comunidades. O apoio do CERSA (Comitê de Energias Renováveis do Semiárido) é fundamental na troca de conhecimentos, já que possui experiência de anos…

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atividade aconteceu presencialmente nos dias 24 e 25 de janeiro de 2025 no Jardim Tonato O sol é uma energia gratuita, infinita e ambientalmente limpa, comenta o professor Walmeran Trindade Júnior, professor de engenharia elétrica do Instituto Federal da Paraíba. E a compra dos painéis fotovoltaicos para gerar eletricidade acaba se pagando através da própria economia que ela gera na conta de energia. Ele explica que ao instalar e ligar essas placas à rede elétrica da concessionária, no caso a Enel, um relógio especial calcula quanto o painel solar está gerando de eletricidade e essa produção se transforma em desconto na conta. Além das aulas em local fechado, alunos e moradores do bairro puderam ver o funcionamento real, na prática, de placas fotovoltaicas de diferentes tamanhos e potências. As atividades experimentais ocuparam as ruas do Jardim Tonato e despertaram curiosidade. Mesmo com o dia nublado, o professor Walmeran demonstrou que…

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As aulas são uma parceria entre Rede Paulista de Bancos Comunitários, Associação Comunitária Tonato e Confederação das Cooperativas da Alemanha (DGRV). O curso realizado no Jardim Tonato, bairro da cidade de Carapicuíba, na Grande São Paulo, abordou os princípios básicos do cooperativismo e a possibilidade de impulsionar a criação de empreendimentos solidários baseados no cooperativismo para superar as dificuldades econômicas e sociais que impactam a comunidade. Após o curso, que aconteceu no dia 4 de dezembro de 2025, o grupo definiu alguns encaminhamentos relativos à implantação de um projeto de energia solar em parceria com a DGRV: – Arrecadação de fundos para o projeto através de atividades coletivas de arrecadação, como rifas e bingos; – Divulgar a realização de um curso sobre Energia Solar Solidaria que se realizará em janeiro de 2026. – Iniciar a discussão, na comunidade, de como viabilizar o projeto de implantação de painéis solares em uma…

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