Boas Práticas
A Rede de Banco Comunitários possui experiências inovadoras que ajudam as comunidades a se protegerem e se desenvolverem solidária e coletivamente reforçando a confiança entre a comunidade e na moeda social. São boas práticas que merecem ser conhecidas e servirem de exemplo para ser levado por outras comunidades. Existem também trabalhos acadêmicos que analisam as diversas experiências para ajudar a entender o fenômeno dos Bancos Comunitários como para ajudar a encontrar novos caminhos Veja alguns exemplos:
alunos já se mobilizam para criar uma associação ou cooperativa de energia solidária
O campus Cotia do Instituto Federal ainda está em implantação, mas recebeu o curso de noções básicas de energia fotovoltaica. Os alunos puderam aprender, na prática, como é o esquema de montagem do sistema e ver uma pequena placa solar gerando energia elétrica.
Esse foi o último dia do curso de extensão sobre energia solar solidária em Cotia, que teve aulas online e presenciais. Muitos dos alunos chegaram com a ideia de instalar um sistema individual, mas Walmeran Trindade Júnior, professor de engenharia elétrica do Instituto Federal da Paraíba, convenceu a maioria dos alunos que implantar um sistema coletivo de geração de eletricidade é mais viável, solidário e barateia o custo.

A consultora de sistema Larissa Silva admite que chegou no curso “com uma visão pequena de suprir a própria necessidade de energia e no máximo expandir para os vizinhos”. Mas as aulas deram uma nova visão, que foi a criar uma associação ou cooperativa e ampliar o benefício para mais pessoas.

O painel fotovoltaico é um equipamento moderno e inovador, acredita o psicopedagogo Airton Alexadre (mais conhecido como Tebas). Como ele gosta de acompanhar a evolução da ciência, acabou atraído pelo curso de noções de básicas de energia solar. Pretende se aprofundar no assunto e trabalhar no ramo. Mas também quer ajudar as pessoas mais vulneráveis da cidade de Cotia, na Grande São Paulo, a formarem cooperativas para implantarem o sistema, se beneficiarem da redução da conta de luz e, quem sabe, até formar novos técnicos capazes de instalar as placas.

Hamilton Rocha, da coordenação-executiva da Rede Paulista de Bancos Comunitários, afirma que o “trabalho coletivo faz com que a gente consiga ter uma soma de habilidades e recursos que reduz o tempo para desenvolver esses projetos”, por isso é fundamental unir as pessoas num só objetivo.
No sábado, dia 31 de janeiro, aconteceu nova reunião no IF Cotia entre alunos do curso e a Rede Paulista, e ficou decidida a constituição de uma entidade com o objetivo de instalar painéis fotovoltaicos comunitários.

As aulas aconteceram em salão da Paróquia Nossa Senhora da Esperança nos dias 27 e 29 de janeiro de 2026
Um painel solar do tamanho de uma porta é o modelo padrão que é instalado nos telhados das casas. Mas são necessárias diversas dessas placas para que haja uma substancial economia na conta de luz, que poderia chegar a até 95%. No curso, que contou com a presença de 20 pessoas, o professor Walmeran Trindade Júnior, professor de engenharia elétrica do Instituto Federal da Paraíba, mostrou na prática como elas funcionam, como conectar uma série desses painéis e a vantagem de um grupo de moradores se unir para montar uma pequena usina solar de eletricidade. Entre as vantagens está o barateamento da compra dos equipamentos e resolve o problema do espaço físico onde podem ser instalados os painéis, já que diversos telhados podem ser compartilhados.

A assistente social Claudilene Rodrigues das Virgens veio, inicialmente, por curiosidade. Mas se entusiasmou pela ideia de gerar eletricidade coletivamente. E também achou fundamental que o curso dê atenção especial às mulheres, que podem se especializar em energia solar para instalar as placas em outras localidades.
Um dos objetivos da parceria do Instituto Federal com a Rede Paulista de Bancos Comunitários e a paróquia é oferecer cursos de extensão, ou seja, estar nas comunidades, e não apenas dando aulas dentro da instituição, explica Denilza da Silva Prado, diretoria do campus Jardim Ângela do Instituto Federal de São Paulo. Ela lembra que ano passado foi dado um curso de elétrica e agora de noções básicas de energia solar. É uma forma de educação, cooperativismo, solidariedade e que cria um elo entre os moradores do bairro entre si e com o IF.

Padre José Wilson de Souza foi quem abriu as portas da igreja para diversos cursos. Ele acha que é fundamental dar formação aos moradores do região para que possam procurar uma profissionalização que gere renda.
Josileine Vieira da Silva, auxiliar de saúde bucal, já tinha feito o curso de eletricidade de baixa tensão e agora o de energia solar. Ela acha muito interessante a ideia da união de moradores para baratear a compra dos painéis, que não é tão barato, e economizar na conta de luz.
O que um não consegue sozinho, conseguimos juntos, diz Camila Japp, diretora da Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV). A união popular pode gerar desenvolvimento comunitário, por isso a entidade está nessa parceria, oferecendo assessoria, já que a Alemanha tem grande experiência em cooperativismo, inclusive com 900 cooperativas de geração de energia solar.
Para sobreviver no mundo atual, as pessoas precisam de alimento, água e eletricidade. E para satisfazer essas necessidades é preciso ter dinheiro, comenta Hamilton Rocha, da coordenação-executiva da Rede Paulista de Bancos Comunitários. Nesse sentido, o curso de noções sobre energia solar pretende despertar na comunidade a consciência de que uma ação coletiva pode gerar trabalho, renda e economia na conta de luz. E com a experiência acumulada, a Rede Paulista pretende expandir as atividades para outros territórios, difundindo a ideia da energia solar solidária, dos bancos comunitários e das finanças solidárias.

Rede Paulista de Bancos Comunitários, DGRV e CERSA se reuniram para fundamentar as bases do projeto “Comunidades Urbanas Energéticas”
O projeto “Comunidades Urbanas Energéticas” é uma ideia que pretende apoiar a implantação de usinas solares em comunidades urbanas em situação de vulnerabilidade social e econômica.
Pelo plano, a DGRV (Confederação Alemã de Cooperativas) se compromete com o aporte de 50% do investimento e a outra metade fica a cargo do grupo comunitário interessado na instalação da usina solar. A condição desse empréstimo é que o valor seja devolvido a um Fundo Rotativo Solidário, que servirá para impulsionar novos projetos solares nas comunidades interessadas.

Além da energia solar, o fundo pode ajudar a financiar projetos cooperativos ou associativos de empreendimentos que visem melhorar a renda das famílias nas comunidades.
O apoio do CERSA (Comitê de Energias Renováveis do Semiárido) é fundamental na troca de conhecimentos, já que possui experiência de anos na constituição de cooperativas e grupos para implantação de usinas solares no semiárido nordestino.
E a Rede Paulista de Bancos Comunitários, além de assessoria e coordenação dos grupos, ajuda na constituição dos fundos Rotativos.
Algumas turmas que participaram dos cursos de formação sobre energia solar estão se organizando para participar deste ambicioso projeto.
DGRV

A DGRV – Confederação Alemã de Cooperativas é a organização do setor cooperativo que tem como objetivo desenvolver, promover e representar os interesses os membros e instituições cooperativas filiadas.
Fora da Alemanha, a entidade promove a cooperação internacional e a criação e o fortalecimento de estruturas de cooperação sustentáveis.
No Brasil a DGRV atua na promoção de cooperativas sustentáveis, principalmente no Pará e Paraná. O objetivo é apoiar comunidades desfavorecidas (especialmente pequenos agricultores), melhorando o acesso aos mercados e possibilitando a geração e o uso de energia renovável comunitária a preços acessíveis.
CERSA

O CERSA – Comitê de Energias Renováveis do Semiárido – é um coletivo fundado em julho de 2014, focado em promover a energia solar descentralizada no semiárido brasileiro. Atuando com organizações, pesquisadores e colaboradores, o comitê destaca o potencial da energia solar na região, almejando justiça social, sustentabilidade e combate às mudanças climáticas. A entidade implementou mais de 40 sistemas fotovoltaicos na Paraíba, tornando-se referência nacional em energia solar solidária.
Rede Paulista de Bancos Comunitários

É uma entidade sem fins lucrativos que atua com o objetivo de articular, promover, formar e trocar experiências no setor de finanças solidárias, visando o fortalecimento e a expansão dos Bancos Comunitários de Desenvolvimento Local. Desde o início de 2023 a Rede Paulista também têm se dedicado à energia solar solidária como forma de melhorar a formação profissional e a qualidade de vida das comunidades.
A Rede foi criada em 2020 a partir da articulação de Bancos Comunitários já existentes e de organizações sociais interessados em construir e fortalecer Bancos Comunitários, espalhados em bairros e comunidades no Estado de São Paulo.
Entre os objetivos estão:
- Formação continuada na área de educação financeira;
- Desenvolvimento e fortalecimento, com transparência, de moeda social eletrônica;
- Desenvolvimento de modelo de empreendimento cooperativo e solidário em diversos setores;
- Construção de redes e cadeias produtivas de valor agregado a partir de empreendimentos solidários estratégicos em cada comunidade.
- Fomento, criação e expansão de Bancos Comunitários no Estado;
- Incentivo a formação, articulação e troca de conhecimento nos territórios.
atividade aconteceu presencialmente nos dias 24 e 25 de janeiro de 2025 no Jardim Tonato
O sol é uma energia gratuita, infinita e ambientalmente limpa, comenta o professor Walmeran Trindade Júnior, professor de engenharia elétrica do Instituto Federal da Paraíba. E a compra dos painéis fotovoltaicos para gerar eletricidade acaba se pagando através da própria economia que ela gera na conta de energia. Ele explica que ao instalar e ligar essas placas à rede elétrica da concessionária, no caso a Enel, um relógio especial calcula quanto o painel solar está gerando de eletricidade e essa produção se transforma em desconto na conta.

Além das aulas em local fechado, alunos e moradores do bairro puderam ver o funcionamento real, na prática, de placas fotovoltaicas de diferentes tamanhos e potências. As atividades experimentais ocuparam as ruas do Jardim Tonato e despertaram curiosidade. Mesmo com o dia nublado, o professor Walmeran demonstrou que os painéis foram capazes acender uma lâmpada led e acionar um pequeno motor.

A vendedora Cristiane Pereira Amador ficou interessada na ideia de instalar painéis fotovoltaicos coletivos no Jardim Tonato (Carapicuíba). Ela destaca que um projeto comunitário é importante para unir forças e baratear custos de aquisição das placas. E além de reduzir a conta de luz, ela também destacou que o projeto valoriza a mulher da comunidade, que pode ter uma renda extra se o projeto se expandir.

Para tentar criar um grupo de moradores que se junte para comprar e instalar esses pai
néis fotovoltaicos, a Associação Jardim Tonato fez parceria com a Rede Paulista de Bancos Comunitários, o Instituto Federal de São Paulo e a DGRV – Confederação Alemã das Cooperativas para trazer esse curso para o bairro. Pedrina de Sousa da Silva secretária-geral da Associação, afirma que o objetivo é trazer economia na conta de luz e dar empoderamento para as mulheres, que são excluídas do mercado de trabalho.
Um dos problemas é quebrar a barreira financeira, já que os painéis não são baratos. Os valores podem varia de R$ 6 mil a R$ 25 mil, dependendo de modelos e potências. Mas Adilsom Aparecido Ferreira diretor-financeiro da Rede Paulista, afirma que se um grupo de moradores se unir, o custo barateia e viabiliza a compra. Até por isso são fundamentais esses cursos de noções sobre energia solar para esclarecer dúvidas e tentar unir a comunidade no objetivo de instalar as placas.

As aulas são uma parceria entre Rede Paulista de Bancos Comunitários, Associação Comunitária Tonato e Confederação das Cooperativas da Alemanha (DGRV).
O curso realizado no Jardim Tonato, bairro da cidade de Carapicuíba, na Grande São Paulo, abordou os princípios básicos do cooperativismo e a possibilidade de impulsionar a criação de empreendimentos solidários baseados no cooperativismo para superar as dificuldades econômicas e sociais que impactam a comunidade.


Após o curso, que aconteceu no dia 4 de dezembro de 2025, o grupo definiu alguns encaminhamentos relativos à implantação de um projeto de energia solar em parceria com a DGRV:
– Arrecadação de fundos para o projeto através de atividades coletivas de arrecadação, como rifas e bingos;
– Divulgar a realização de um curso sobre Energia Solar Solidaria que se realizará em janeiro de 2026.
– Iniciar a discussão, na comunidade, de como viabilizar o projeto de implantação de painéis solares em uma das casas de morador do grupo.
– Fortalecer um fundo rotativo para o financiamento do projeto de energia solar.
participantes decidiram formar um fundo rotativo
No seminário os jovens descobriram as vantagens das finanças solidárias, que se baseiam na autogestão do dinheiro, na cooperação e na solidariedade. Hamilton Rocha, da Coordenação Executiva da Rede Paulista de Bancos Comunitários, explicou os conceitos e práticas de finanças solidárias e o funcionamento dos bancos comunitários, das moedas sociais e dos fundos rotativos comunitários. Em decisão coletiva, os jovens decidiram criar um fundo rotativo solidário para o grupo

Momento do Seminário sobre Finanças Solidárias com o Coletivo Luminar e a Fundação Projovem
O seminário aconteceu no dia 18 de outubro de 2025, foi promovido pela Rede Paulista, fruto das articulações iniciadas em Jundiaí, no interior de Sâo Paulo e reuniu jovens do Coletivo Luminar, que atua na prevenção de DSTs e promoção da saúde juvenil e da Fundação Projovem.

Articulação e apresentação do Projeto Reciclagem, Beleza e Rendas no Jardim Tonato Carapicuíba. 1 de setembro de 2025
O projeto Reciclagem, Beleza e Renda pretende criar um modelo de desenvolvimento econômico local, solidário e sustentável para promover trabalho e renda nas comunidades às mulheres, jovens e negros. O Banco Comunitário é o instrumento financeiro do projeto, captando recursos externos e reunindo recursos locais.

A ideia é criar uma cultura de cidadania baseada no sentimento de pertencimento, de interesse do coletivo que beneficia a todos. Está apoiado no tripé Formação, Financiamento Cooperativo e Solidariedade.

Conta de luz mais barata
Neste sentido, a implantação da Energia Solar é uma ação estratégica com o objetivo de reduzir os custos de energia elétrica para as residências e atividades econômicas no bairro e também capacitar jovens, mulheres e negros que poderão conseguir renda através de trabalho qualificado.
BNDES da Quebrada
Este projeto é parte de uma ideia maior da Rede Paulista de Bancos Comunitários, o “BNDES DA QUEBRADA”, cujo objetivo geral é promover e fomentar o desenvolvimento local sustentável, gerador de trabalho e renda, tendo os bancos comunitários de desenvolvimento local como um BNDES Local e como agente de formações e capacitações relacionadas a 5 eixos estratégicos: Energia Solar Solidária; Segurança Alimentar; Acesso Universal a Água e ao Saneamento; Empreendimentos Econômicos Solidários e Cooperativos e Finanças Solidárias.

Com abordagem multidisciplinar, o projeto procura enfrentar problemas socioambientais, focando a ação especialmente na população negra, feminina e jovem.
Este projeto foi apresentado ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) através da DGRV (Confederação Alemã de Cooperativas) e está sendo apreciado por um comitê curador.
Parceria com o Instituto Federal SP
A Rede Paulista de Bancos Comunitários está construindo parceria com os Institutos Federais de Carapicuíba e Cotia para a implementação de cursos de extensão nas áreas de Energia Solar, Água e Segurança alimentar, além dos cursos específicos sobre Cooperativismo e Gestão de empreendimentos Solidários.
As ferramentas-chave para estas atividades são os Comunitários, as Moedas Sociais e os Fundos Rotativos Solidários como instrumentos de poupança e retenção do dinheiro no território.
Este é o maior evento relacionado a energia solar na América Latina e foi realizado nos dias 26, 27 e 28 de agosto
A Rede Paulista de Bancos Comunitários considera que a participação na INTERSOLAR 2025 foi importante para aprofundar os contatos com empresas e instituições relacionadas ao setor de energia solar.

Nossa presença permitiu a participação em novos editais que promovem a construção de painéis solares em comunidades vulneráveis.
No estande foram distribuídos panfletos da parceria Rede Paulista-Instituto Federal São Paulo para auxiliar no diálogo e divulgação das nossas propostas formativas nos bairros, combinada com a ação concreta nas comunidades.

Na INTERSOLAR as empresas e instituições apresentam as inovações e novos produtos do setor de fotovoltaicos e tecnologias termossolares. Mais de 55 mil visitantes estiveram no evento e houve ampliação das áreas dedicadas às soluções de armazenamento de energia, infraestrutura elétrica e mobilidade elétrica.
moradores do bairro iniciaram a elaboração do estatuto da fundação do banco
Cerca de 20 pessoas do bairro participaram do grupo inicial de formação do Fundo Rotativo Solidário e Criação do Banco Comunitário na Cidade Tiradentes (zona leste de São Paulo). O encontro realizado, no dia 9 de agosto de 2025, marcou o início do processo de constituição de um Banco Comunitário na região, foram apresentadas as motivações para a criação de um Fundo Rotativo Solidário e elaborou-se um estatuto de fundação do banco.

Reunião de construção coletiva do Estatuto do Fundo Rotativo Solidário
Um Banco Comunitário é administrado pelos próprios moradores e tem como princípio estimular a autogestão, cooperação, solidariedade e o comércio justo. Já o dinheiro do fundo rotativo, oferecido pelo Banco Comunitário, é arrecadado pela comunidade e disponibilizado para empréstimos a baixos custos que deverá ser usado em empreendimentos solidários para os próprios moradores.
objetivo é incentivar a comunidade a pensar em novas formas de empréstimos financeiros sem usar o sistema bancário normal
O Fundo Rotativo é um dinheiro arrecadado pela comunidade local e usado para empréstimos a baixos custos e que deve ser usado em empreendimentos solidários para os próprios moradores. É uma forma de obter dinheiro com juros menores do que o de bancos comuns e agiotas e ainda por cima beneficiar a própria comunidade local. Para entender como funciona o sistema, a Rede Paulista de Bancos Comunitários esteve dia 21 de julho de 2025 no Jardim São Camilo – Jundiaí (SP) e realizou um seminário que apresentou os princípios das finanças solidárias aos moradores do bairro. A atividade contou com a participação da parceira da Rede Paulista de Bancos Comunitários, a Associação Pró-Morar, que atua na reforma de moradias e na luta por habitação popular digna.

Seminário sobre Finanças Solidárias com moradores do Jardim São Camilo
Como desdobramentos do seminário, a Rede Paulista foi apresentada na Feira do Pequeno Empreendedorismo, no bairro Horizonte, e reunião com pequenos empreendedores locais para aprofundar o conhecimento sobre práticas de finanças solidárias.

Atividade de elaboração de pintura artesanal a partir do barro que foi utilizada para pintar as casas
