Arquivos da categoria: Boas Práticas

Assinado no dia 19 de dezembro de 2023, o objetivo é desenvolver ações educativas nas comunidades em situação de vulnerabilidade social O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo – IFSP e a Associação Rede Paulista dos Bancos Comunitários de Desenvolvimento assinaram Acordo de Cooperação Técnico educativo com o objetivo de desenvolver ações de extensão que promovam o fortalecimento de arranjos produtivos locais em comunidades com alto índice de vulnerabilidade social. Esses arranjos produtivos locais são um modelo de desenvolvimento econômico baseado na concentração geográfica, especialização produtiva e cooperação em rede entre atores de um mesmo setor, visando aumentar a competitividade de todos a partir do fortalecimento do território. Hamilton Mendes Rocha, representante dos Bancos Comunitários, explica que o Acordo de Cooperação Técnica tem como objetivo o desenvolvimento de um conjunto de ações de extensão que promovam a capacitação técnico-pedagógica em diferentes áreas, voltadas para comunidades de alta vulnerabilidade…

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mini usinas de energia solar podem resultar em desconto na conta que pode chegar a 90% Ironicamente, parte do curso presencial sobre energia solar ocorreu no escuro, em novembro de 20023. Por causa de um vendaval, a concessionária Enel deixou mais de dois milhões de clientes sem luz. E uma semana depois do apagão, milhares de casas e empresas ainda estavam sem eletricidade. O curso realizado na Viela da Paz, no Butantã, zona Oeste de São Paulo, ensinou os princípios de funcionamento dos painéis fotovoltaicos e as vantagens de a comunidade se unir em associações ou cooperativas de geração de eletricidade em pequena escala. Ao criar esses grupos locais, é possível instalar vários painéis fotovoltaicos em telhados de diversas casas e empresas obtendo, assim, barateamento da compra dos equipamentos e maior desconto na conta de luz. Por que conta de energia reduz? Ao criar essas pequenas usinas de eletricidade solar,…

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energia solar é o setor que mais emprega mulheres entre as energias renováveis O curso foi voltado principalmente para as mulheres com o objetivo é capacitá-las a enfrentar o desafio contínuo das mudanças climáticas, promovendo o uso de energia limpa e mais barata nas comunidades mais vulneráveis e incentivando-as a ocuparem um lugar de liderança neste processo de transição energética para uma matriz ambientalmente melhor e sustentável. O Curso de Capacitação de Fundamentos da Energia Solar Solidária às Mulheres foi promovido pela Rede Paulista de Bancos Comunitários em parceria com o CERSA (Comitê de Energia Renováveis do Semiárido). De acordo com relatório de 2022 da Agência Internacional de Energia Renovável (Irena, na sigla em inglês), a energia solar fotovoltaica é a fonte renovável de energia que mais emprega mão-de-obra feminina no mundo (40% do total), com 4,3 milhões de postos de trabalho ocupados por mulheres. Através deste projeto, “pretendemos apoiar…

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Os participantes apresentaram e conheceram diversas práticas e modelos de moedas sociais já implementados em diferentes regiões O “Encontro Global Moedas Sociais e Bancos Sociais de Desenvolvimento” destacou a importância dos bancos comunitários como ferramenta para fomentar a circulação de riqueza dentro de comunidades de baixa renda, o papel das moedas sociais na valorização do comércio do bairro, discutir inovações financeiras e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento local, inclusão social, fortalecimento de economias comunitárias e combate às desigualdades. O evento reuniu lideranças, pesquisadores, gestores públicos e representantes de iniciativas de finanças solidárias, moedas sociais e bancos comunitários. A Rede Paulista articulou vários Bancos Comunitários pelo país e, especialmente para o Encontro, elaborou a apresentação de uma proposta de melhoria de funcionamento da Rede Brasileira e da ferramenta de moeda social eletrônica e-dinheiro. Mas infelizmente não houve oportunidade, embora o encontro estivesse destinado a discutir sobre os Bancos Comunitários e seus…

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Ao longo dos últimos três anos a Rede ofereceu articulações e parcerias com 450 pessoas, instituições e grupos Além de realizar cursos de formação em finanças solidárias, a Rede Paulista de Bancos Comunitários articula a construção de redes e a criação de fundos rotativos com o objetivo de fundar e fortalecer bancos comunitários em todo o Brasil. Ao longo destes anos contribuiu com várias organizações com o intuito de avançar na formação de Bancos Comunitários, Moedas Sociais e Fundos Rotativos Solidários. Ofereceu articulação e parceria, envolvendo aproximadamente 450 pessoas e dialogando com as seguintes organizações: Banco Alegrias Paraty-RJ, Banco Comunitário Japuré, Miravânia-MG, Banco das Terras Altas da Mantiqueira (TEAMA) Itamonte e Itanhandu-MG, Banco Comunitário Sevilha, Ribeirão das Neves-MG, Fundo Rotativo Solidário Timóteo-MG, Banco Comunitário da RDS Ponta de Tubarão-RN, Banco Sol, Cariacica-ES, Banco Beija na Vila Beatriz (SP/SP), Fundo Rotativo Solidário Sociedade Alternativa da Viela da Paz (Butantã – SP/SP)…

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Nestas duas edições, mulheres negras tiveram desconto especial para promover a inclusão Os cursos da Rede Paulista de Bancos Comunitários tiveram como objetivo capacitar os participantes a criar e gerir um Banco Comunitário no bairro, montar fundos rotativos solidários, como operar crédito e microcrédito na plataforma e-dinheiro, entre outras informações fundamentais para entender a economia solidária. As aulas da quinta e sexta turmas dos Cursos de Capacitação para Bancos Comunitários aconteceram entre março e setembro de 2023 e junho de 2023, respectivamente. Nestas edições as mulheres negras tiveram desconto especial com o objetivo de promover uma inclusão ainda maior das lideranças negras das comunidades. A Rede Paulista reconhece que trata-se de uma parcela da população com menor poder aquisitivos e outras limitações impostas pelo sistema machista e racista persistente em nosso país. Hamilton Rocha, da coordenação-executiva da Rede Paulista de Bancos Comunitários, explica que o curso resultou na no engajamento…

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Discussão foi realizada pela Rede Paulista de Bancos Comunitários em 3 de março de 2023 Banco Comunitário é um banco da comunidade e administrado pelos próprios moradores do bairro. Funciona nos princípios da Economia Solidária: autogestão, cooperação, solidariedade, democracia, respeito ao meio ambiente, comércio justo e consumo solidário. O objetivo desse banco não é gerar lucro, mas gerar trabalho e renda para a comunidade e para incentivar a produção e consumo local. Através do dinheiro arrecadado junto aos associados, (chamados de fundos rotativos), a verba é usada para empréstimos em empreendimentos solidários dos próprios moradores. Para aprofundar esses e outros conceitos, a Rede Paulista de Bancos Comunitários realizou no dia 3 de março de 2023, mais um seminário sobre Bancos Comunitário. O objetivo foi divulgar o que são Bancos Comunitários e, ao mesmo tempo, oferecer uma base às pessoas que queiram participar do Curso de Formação sobre Bancos Comunitários. No…

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A energia solar solidária pode gerar emprego e renda e economizar na conta de energia Com o objetivo de estimular o uso de energia limpa e sustentável nas comunidades socialmente mais vulneráveis, de economizar na conta de luz e desenvolver negócios através de cooperativas e/ou associações de moradores, a Rede Paulista de Bancos Comunitários em parceria com o CERSA (Comitê de Energia Renováveis do Semiárido) lançaram dois cursos à distância de capacitação em energia solar solidária. Com o curso, os participantes puderam entender o que são os painéis solares, como funcionam, a montagem e as vantagens de se unir em associações ou cooperativas para gerar energia coletivamente e, assim, reduzir em até 90% a conta de eletricidade de quem está conectado à rede da concessionária. Hamilton Rocha, da coordenação da Rede Paulista de Bancos Comunitários afirma que a união de moradores para criar uma pequena usina popular de energia solar…

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Realizados nos dias 8 e 9 de dezembro de 2022, os encontros reuniram quase 200 participantes para fortalecer finanças solidárias Ao analisar a importância de iniciativas que vão contra o neoliberalismo, o ex-deputado federal do PT/SP, José Genoíno destaca que essa experiência de implementação dos bancos comunitários é “uma maneira concreta de viabilizar o poder para enfrentar a ordem econômica, que se baseia numa alternativa que se fundamenta na soberania de homens e mulheres, de forças sociais que buscam uma contestação radical da essência do sistema capitalista.” Ele considera que trata-se de uma “forma de organização social, uma forma de organização política alternativa, que eu acho que esse é o dado importante do ponto de vista da militância política, quer dizer: é uma alternativa econômica. (…) é uma maneira de organizar a base da sociedade, dos mais necessitados.” José Genoíno foi um dos convidados do 3º Encontro Paulista de Bancos…

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Através dos cursos, diversos grupos tomaram iniciativas para construir tecnologias sociais ligadas aos bancos comunitários Professora de história e pesquisadora do mundo do trabalho, Flávia Assis destaca que “os bancos comunitários fortalecem os territórios e conseguem empoderar as mulheres porque tudo isso gera recurso na comunidade, gera renda na comunidade e potencializa os empreendimentos de economia solidária.” Além disso, ela ressalta que a moeda social criada pelos bancos comunitários “circula no território e a riqueza fica no território. Bem diferente dos bancos comerciais que estão por aí (…) que cobram juros enormes, deixam as pessoas dependentes dos bancos.” De acordo com Hamilton Rocha, da coordenação-executiva da Rede Paulista de Bancos Comunitários, entidade responsável pelo curso, a economia e as finanças solidárias são um sistema de troca e de produção alternativos e opostos ao sistema capitalista e que só pode se desenvolver completamente com a abolição completa do capitalismo. O curso…

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