Os participantes apresentaram e conheceram diversas práticas e modelos de moedas sociais já implementados em diferentes regiões
O “Encontro Global Moedas Sociais e Bancos Sociais de Desenvolvimento” destacou a importância dos bancos comunitários como ferramenta para fomentar a circulação de riqueza dentro de comunidades de baixa renda, o papel das moedas sociais na valorização do comércio do bairro, discutir inovações financeiras e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento local, inclusão social, fortalecimento de economias comunitárias e combate às desigualdades. O evento reuniu lideranças, pesquisadores, gestores públicos e representantes de iniciativas de finanças solidárias, moedas sociais e bancos comunitários.

A Rede Paulista articulou vários Bancos Comunitários pelo país e, especialmente para o Encontro, elaborou a apresentação de uma proposta de melhoria de funcionamento da Rede Brasileira e da ferramenta de moeda social eletrônica e-dinheiro. Mas infelizmente não houve oportunidade, embora o encontro estivesse destinado a discutir sobre os Bancos Comunitários e seus desafios para crescer pelo país.

Participantes do seminário que estiveram articulados com a Rede Paulista de Bancos Comunitários:
Grupo pró-Banco Comunitário Mudas (Guaianases São Paulo),
Banco Padre Léo (São Bernardo-SP),
Banco Paulo Freire (São Paulo),
Banco TEAMA (Itamonte-MG),
Fundo Rotativo de Timóteo (Timóteo-MG),
Fundo Rotativo Sociedade Alternativa (Viela da Paz – Butantã – São Paulo),
Lavanderia 8 de Março (Santos),
Banco Cacimba (São Miguel Paulista),
Banco Alegrias (Paraty-RJ),
Banco Sevilha (Ribeirão das Neves-MG) e
Banco Qualquer (Butantã São Paulo).


