O Banco Comunitário é uma solução financeira comunitária criada para resolver problemas de toda a comunidade.
É de propriedade da comunidade e administrado pelos próprios moradores, a través de uma associação com os princípios da Economia Solidária, fazendo com que a riqueza circule na própria região.Está baseado nos princípios da Economia Solidária, que são Autogestão, Cooperação, Solidariedade, Democracia, Respeito à natureza e ao meio ambiente, Comércio justo e Consumo solidário.

O dinheiro arrecadado pela comunidade, a través de fundos rotativos, é empregado na forma de empréstimos em empreendimentos solidários para os próprios moradores – reinvestem seu ganho no próprio bairro.
É criado a partir de uma associação comunitária e funciona, através de Conselhos ou Fóruns que são os gestores responsáveis pela aprovação de crédito e como utilizar e para quem vai o dinheiro, pensado sempre em gerar trabalho, renda e incentivar a produção e consumo local, fazendo com que a riqueza circule na própria região.
Seu objetivo é gerar trabalho e renda para a comunidade e para incentivar a produção e consumo local.


É uma organização que não visa lucro, criada na comunidade, pela comunidade, para a comunidade, aonde todos que participam são donos e clientes ao mesmo tempo.

A grande diferença entre os Bancos Comunitários e os Bancos Convencionais ou Fintechs é que os Comunitários não têm como objetivo o lucro. Todo o ganho é reinvestido na própria comunidade. Isso muda radicalmente o destino do dinheiro na Comunidade.

O Banco Comunitário serve para pagar boletos, abrir contas, transferir dinheiro e oferecer créditos.
O dinheiro que entra e sai do banco é das pessoas do bairro.
Não tem banqueiro, agiota ou intermediário. Os juros dos créditos são bem baixos: zero, um ou dois por cento ao mês.
E esses juros servem pra fortalecer o Banco e devolver o dinheiro à comunidade na forma de trabalho, renda e dignidade.

O Banco Comunitário tem uma moeda social própria. É um sistema aonde a moeda não sai do bairro. É como um clube, aonde participam moradores comércios, produtos e serviços locais. Quanto mais se usa a moeda social, mais fortalece a confiança, a autoestima e a economia local. Os moradores investem no bairro, compram no bairro e isso gera mais confiança, mais renda e mais emprego local. A roda gira, e o dinheiro fica no bairro.
Os princípios dos Bancos Comunitários é a Independência do Estado, partidos e empresas, Transparência, Proximidade, Autossustentabilidade.
